sexta-feira, 29 de maio de 2009

Brevemente: "Obsessão"



Hugo vive alienado das pessoas e da realidade, imerso num mundo só seu, de códigos e padrões que procura obsessivamente decifrar. Mas um dia, num sítio e numa ocasião improváveis, encontra a coisa mais bela que alguma vez lhe foi dada a conhecer: uma voz cristalina, límpida e pura que canta com uma mágoa e com uma intensidade que o deixam profundamente perturbado e fascinado, de uma maneira que ele nunca experienciou. É para esta voz que ele acaba por canalizar toda a sua obsessão, deslindando uma verdade oculta que mudará a sua vida para sempre...

"Obsessão" conta com novos meios técnicos

A partir de agora temos disponível uma segunda câmara e um microfone externo, adquiridos por Jerson Martins, que será cameraman juntamente com Patrício Faísca. André Ferreira será o assistente responsável pelo microfone.

“É sem dúvida um grande reforço técnico e que veio na altura certa. Além de agora podermos gravar com duas câmaras, que nos ajuda a não ter de repetir tantas vezes as tomadas e a evitar erros de continuidade, a captura de som através do novo microfone é uma grande ajuda para a consistência no volume do som nos diálogos”, garante Patrício.

A estas duas novas aquisições juntam-se as construções artesanais engenhosamente elaboradas por Patrício após a conclusão de "Vila Gondra" - uma grua e uma dolly construídas à mão e com materiais domésticos, mas muito bem engendradas e extremamente úteis:


Esta grua desmontável pode ser transportada para qualquer sítio com relativa facilidade e permite filmar planos móveis estáveis e com grande amplitude, tanto ascendentes e descendentes como panorâmicos, ou mesmo misturas dos dois. Permite ainda fazer planos picados a uma altura considerável.


A dolly permite fazer planos em travelling com grande estabilidade graças à sua deslocação sobre carris.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

"Obsessão": andamento da produção


Passado praticamente um mês desde que as filmagens de “Obsessão” arrancaram, terminou agora a fase mais complexa a nível técnico e vai começar a fase mais centrada nas performances dos actores.

Imagem de uma cena filmada em Loulé.

Paralelamente começou-se já a trabalhar numa primeira montagem das cenas que foram filmadas, um trabalho crucial para garantir que obtivemos todos os planos que nos eram necessários e definir aqueles que precisam de ser regravados, alterados ou acrescentados, de modo a que não nos falte nada quando for a altura de fazer a montagem final.

Patrício, o realizador

Já foi confirmada a contribuição de Sonat Duyar para a banda sonora do filme. Ficará responsável por compor as faixas mais adequadas a cada cena baseando-se no ambiente e na sonoridade das canções da autoria de Adriana Gonçalves. Patrício Faísca, o realizador, considera a música o ponto mais forte deste projecto: "A voz de Adriana Gonçalves é magnífica e isso foi algo que me cativou desde logo. E claro que sempre quis que o Sonat também participasse. Ele já me mostrou as suas primeiras melodias e fiquei imensamente satisfeito. Ele sabe sempre aquilo que eu procuro."


Jerson, assistente de realização

Prevê-se que as rodagens prossigam durante mais algumas semanas após as quais o filme entrará definitivamente na fase de pós-produção. "Este projecto altamente experimental conta com um elenco totalmente novo e estamos a aproveitar alguns meios técnicos recém-adquiridos para explorar novos horizontes que poderão ser importantes em projectos futuros", atesta Patrício Faísca.

Tiago Sousa, no papel de Ricky, melhor amigo do protagonista,
é uma das caras novas no elenco deste filme

terça-feira, 19 de maio de 2009

Novo projecto é uma curta metragem: "Obsessão"

Depois da conclusão de "Vila Gondra" em parceria com Sonat Duyar, Patrício Faísca aceitou produzir um argumento de Pedro Fernandes para uma curta metragem: "Obsessão".

"Será um filme experimental que nos dará a oportunidade de testar alguns aspectos da realização e da iluminação. Vou encará-lo como um desafio pessoal", afirma Patrício Faísca, que também realizará o filme.

Desta vez deu-se especial atenção aos pormenores da pré-produção para garantir que haveria o mínimo de percalços durante as rodagens: "a nível técnico foi tudo abordado no papel, com uma storyboard descritiva e também com notas de produção para cada tomada", diz Patrício.

As filmagens começaram no início deste mês e estão a decorrer compassadamente. Como sempre, a maior dificuldade está na conciliação das disponibilidades dos intervenientes e nesse aspecto este projecto é particularmente arrojado porque exige uma equipa substancialmente grande.

O Casting foi da responsabilidade de Pedro Fernandes que conseguiu mobilizar um número bastante razoável de participantes. O mediatismo da nossa última produção também ajuda a que agora mais facilmente as pessoas se interessem pelos nossos projectos.

Seguindo o precedente de "Vila Gondra", pretende-se voltar a usar uma banda sonora original. Neste âmbito, Adriana Gonçalves, compositora e actriz protagonista, já compôs duas canções para o filme. Ainda está em aberto se Sonat Duyar, que compôs a banda sonora de "Vila Gondra", irá também contribuir para a música do novo filme.


Bruno Coelho interpreta Hugo, um personagem obsessivo e alienado da realidade.



O maior investimento desta produção foi a construção do cenário de um bar, na qual foram gastos cerca de 200€.


Adriana Gonçalves dá corpo e voz a uma personagem que é cantora num bar. Está confirmado que pelo menos duas canções da sua autoria incorporarão a banda sonora do filme.


Parte da equipa que está a trabalhar no projecto. Da esquerda para a direita: Bruno Coelho (actor principal), Tiago Lopes (actor), Patrício Faísca (produtor e realizador), Pedro Fernandes (argumentista e responsável pelo casting), André Ferreira e Nélson Mendonça (assistentes de produção), Jerson Martins (assistente de realização e operador de câmara).


Filmar uma perseguição nocturna foi um dos maiores desafios.

Vila Gondra na Imprensa

Alguma da cobertura da Imprensa do nosso último filme, "Vila Gondra"...

No Jornal "O Público" de 25/04/09:

No Jornal "O Algarve" de 30/04/09:


Na Revista TV Mais de 02/05/09:

Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Rui Cordes (Preto no Branco), Sonat Duyar, Pedro Boucherie Mendes (Director de Canais Temáticos da Sic), Patrício Faísca, Nélson Mendonça, André Ferreira, um gajo que não faço a mínima ideia de quem é, uma apresentadora do curto-circuito, o filho da Júlia Pinheiro e Jerson Martins. A foto foi tirada após a conferência de imprensa na qual fomos convidados a participar pelo director da Sic.

No "Jornal de Notícias" de 23/04/09:

Making of "Vila Gondra"

O making of "Vila Gondra" encontra-se disponível para ser descarregado aqui. (esta é uma versão diferente da do DVD, mais curta, mais editada e que inclui comentários dos autores).

Brevemente: Trailer de "Obsessão"

As filmagens do nosso novo filme, "Obsessão", uma curta metragem escrita por Pedro Fernandes, já estão a decorrer e prevê-se o lançamento de um primeiro trailer para breve...

Fiquem atentos!

A produção de Vila Gondra


Logística

Do ponto vista logístico, nada foi mais complicado neste filme do que gerir os recursos humanos – conciliar disponibilidades de uma equipa que num dia normal de filmagens era composta por uma média de 7 pessoas, todas elas com vidas pessoais e muitas com trabalho e/ou escola, revelou-se muito difícil.

Como as noites disponíveis para filmar eram muito poucas, sempre que conseguíamos uma ficávamos mesmo até não dar para mais – 5 da manhã em várias ocasiões – com escola ou trabalho para comparecer no dia seguinte logo pela manhã. Foi penoso mas era a única forma de conseguirmos levar o projecto a bom porto.

As dificuldades de conciliação de horários estão bem patentes na cena em que os protagonistas descobrem a casa, que é suposto ser passada ao pôr do sol. Teve de ser filmada ao meio-dia porque foi simplesmente impossível marcar outra hora em que todos os intervenientes estivessem disponíveis. Foi necessário procurar zonas de sombra para filmar e a imagem teve de ser trabalhada e escurecida artificialmente.


Maiores desafios técnicos

- Iluminação: como filmar de noite levando a crer que não há iluminação artificial? Como dar uma luminosidade lúgubre e assustadora à casa? Como amplificar a luz tremeluzente de uma vela? Como imitar o luar? Como filmar ao meio-dia e tentar que pareça que o sol se está a pôr? Como dar um ambiente pesado e escuro a todo o filme?

- Continuidade: só tínhamos uma câmara de filmar o que obrigou à repetição exaustiva das cenas para que se conseguissem obter os diferentes planos. Este facto por si só já é um convite aos erros de continuidade, mas houve uma grande agravante: incentivámos os actores a improvisar nos diálogos para obter performances mais realistas. Funcionou bem, mas a consequência negativa é que as performances conseguiam ser radicalmente diferentes de tomada para tomada o que representou problemas enormes para a montagem. Muitas vezes foi necessário abdicar dos melhores planos em prol dos planos que nos permitiam dar continuidade.

- Cenários: o bosque onde o filme foi rodado é pequeno e cravejado de construções humanas. Encontrar planos que não mostrassem nenhuma casa ou poste de electricidade foi difícil. Para além disso, o som do trânsito numa estrada nas imediações insinuava-se em praticamente todas as tomadas. Foi necessário disfarçá-lo recorrendo a efeitos sonoros, tais como chilreios de pássaros e trovões.

- Realização e banda sonora: como criar uma atmosfera densa e assustadora e construir suspense? Como manter um ambiente tenso ao longo de 40 minutos de filme? A melhor forma que arranjámos para manter a tensão foi trabalhá-la por ciclos: fazê-la crescer até um ápice e depois aliviá-la e construir o filme de tal maneira que estes ápices fossem cada vez mais intensos.

Custos de produção

- 40€ em filtros de luz e lâmpadas para os projectores que nos foram gentilmente emprestados por amigos e conhecidos. Não houve um único destes projectores que não se tivesse fundido. Convenientemente, isto aconteceu sempre em momentos em que a sua utilização era fulcral.

- 15€ em sangue falso. Existia sangue falso à venda em alguma lojas, mas o preço era de 5€ por uns 10 ml. Como ainda precisávamos de algum sangue procurei receitas na Internet – todas elas levavam o almejado xarope de milho que não se encontra à venda em lado nenhum. Assim, gastei 10€ em “investigação sangrenta”: comprei uma vasta gama de produtos e fiz experiências metódicas para tentar obter um bom simulacro. Obtive uma receita para sangue comestível (mel, placas de gelatina, água e corante vermelho) e outra não comestível que resulta num sangue mais escuro e espesso (simplesmente detergente verde para a loiça com corante vermelho). Estou a considerar patentear este último porque para além de ser barato e credível é facilmente lavável com água. Gastei mais 5€ na produção massiva de sangue, depois de já ter obtido as receitas.

- 10€ num suporte para uma tela branca, usada para fazer iluminação indirecta.


Estas foram as únicas despesas mensuráveis do projecto. Há um gasto imensurável em gasolina por parte de quase todos os intervenientes, alguns dos quais tiveram de fazer sistematicamente deslocamentos significativos para chegar aos locais de filmagem. Há obviamente os custos em alimentação que foram sustentados por cada um.

Em conta há que ter todo o material informático e de vídeo que o Patrício Faísca (co-realizador) foi adquirindo ao longo dos anos, sem os quais o filme nunca se poderia ter concretizado. E o meu piano electrónico, sem o qual não se poderia ter gravado a banda sonora.



De resto temos de agradecer imenso a todos aqueles que nos providenciaram o que precisávamos: a Francisco Ricardo que nos disponibilizou a casa; a Pedro Fernandes, um dos actores, que emprestou o computador onde o filme foi montado; e a todos os que nos cederam a sua disponibilidade das mais variadas maneiras.

Curiosidade

Uma pequena ironia acerca de todo este projecto: nenhum dos realizadores é apreciador de filmes de terror. Eu, em particular, em toda a minha vida só devo ter visto uns 2 ou 3 filmes do género e um deles foi exclusivamente para fazer algum trabalho de pesquisa para o “Vila Gondra”.

Vila Gondra - Trailer Final

Vila Gondra - Teaser Trailer

Vila Gondra - Como tudo começou

Patrício Faísca (co-realizador de “Vila Gondra”) era ainda um miúdo de 10 anos quando pegou pela primeira vez numa câmara e começou a criar os seus próprios blockbusters – na altura, dramas épicos interpretados por bonecos de Lego, de entre os quais se destaca o clássico Titanic, filmado numa cisterna com um modelo que ele próprio construiu.

De início apenas um hobbie engraçado que dividia com os amigos mais próximos, esta brincadeira de fazer filmes rapidamente se tornou num fenómeno que gerou grande entusiasmo entre a rapaziada da vila de Almancil, quando as suas produções com sequências de luta, tiros e perseguições foram enviadas e exibidas no programa “Curtas”, da Sic Radical. Cada vez mais gente queria participar nos filmes que, tendo em conta as limitações de se ser um adolescente sem fundos, se tornavam cada vez mais ousados e arrojados.

Conheci-o quando tínhamos os dois cerca de 15 anos e fui convidado por amigos mútuos a participar como figurante numa das suas produções. Fiquei desde logo impressionado com a forma como ele conseguira mobilizar meios materiais e humanos, como se empenhava e levava a sério aquilo que fazia. Se para os outros aquilo era apenas uma maneira divertida de passar os tempos livres, para ele era uma paixão à qual se dedicava de corpo e alma. Rapidamente me deixei contagiar pelo desafio da realização. Como sempre gostei muito de escrever, passei a ser o argumentista dos filmes do Patrício e a acompanhar de perto a realização das suas produções.

Os anos passaram e eu entrei para a Universidade, tendo de me mudar para Lisboa. A minha disponibilidade para fazer filmes desapareceu. O Patrício ainda continuou durante uns tempos, mas a verdade é que tínhamos deixado de ser miúdos sem preocupações e com montes de tempo livre. Ele nunca acreditou que poderia fazer do cinema uma carreira e por isso não a perseguiu. Chegou uma altura em que decidiu que não era produtivo continuar a investir tanto tempo e dinheiro num hobbie que nunca passaria disso e por isso parou. E parado esteve durante mais de dois anos.

Este ano lectivo interrompi os meus estudos universitários para vir trabalhar para o Algarve. Voltei a encontrar-me com o Patrício e tentei entusiasmá-lo com a ideia de voltarmos a fazer um filme juntos. A casa do meu avô, isolada no meio de um pinhal, estava vazia, e achei-a um cenário óptimo para trabalhar. Escrevi um argumento e depois das ideias estarem bem definidas não foi difícil arranjar gente que quisesse participar.

Um dia estava a mostrar a um amigo algumas músicas que tinha arranjado para usar no filme. Ele voltou-se para mim e disse-me: “Olha lá, tu até dás uns toques no piano, porque é que não fazes tu a música do filme?”. Na altura a ideia pareceu-me inconcebível. Depois, apercebi-me que ter uma banda sonora original traria bastante valor ao projecto. Sentei-me ao piano e comecei a inventar. Não estava muito confiante, nunca tive aulas de piano, a música sempre foi para mim apenas um hobbie, mas o desafio cativou-me e fiz o melhor que consegui tendo em conta o pouco tempo disponível.

”Vila Gondra” é o resultado final de 3 meses de grande empenho e sacrifício pessoal de um grupo de amadores do Algarve que acreditaram em tentar, com uma única pequena câmara e sem qualquer formação ou financiamento externo, criar um filme inteiramente original de raiz, desde o argumento à banda sonora.

Mistério. Drama. Horror.

Foram estes os ingredientes que quisemos impregnar neste projecto que temos agora o prazer de apresentar.

Vila Gondra - Cartazes Oficiais


Vila Gondra



Cinco amigos aventuram-se num passeio pelo interior da floresta mas o ambiente rapidamente fica pesado quando se apercebem que perderam por completo a orientação e não fazem a mínima ideia de como sair de lá. O desespero instala-se à medida que as horas passam e a noite se aproxima. Já é demasiado tarde quando descobrem que esta não é de todo uma floresta vulgar: perigos insuspeitos emboscam-se por toda a parte, ocultados pela bruma. E o medo é apenas o princípio...

Vila Gondra marcou o regresso da NLP depois de uma prolongada pausa de 2 anos. Destaca-se de todas as anteriores produções por ter sido a primeira a ser gravada em alta-definição e a ter uma banda sonora original.

Realizado por Patrício Faísca e Sonat Duyar, Vila Gondra está a ser promovido pela Sic Radical, na qual já foi exibido 4 vezes até ao momento.

Ficha Técnica:


Título
Vila Gondra
Data de produção
Fevereiro de 2009
Duração
40 min. Aprox.
Género
Suspense/terror
Cor/P&B
Cor
Produção e realização
Patrício Faísca e Sonat Duyar
Argumento
Sonat Duyar
Música
Sonat Duyar
Cenários
Sonat Duyar
Fotografia
Patrício Faísca
Montagem
Patrício Faísca
Som
Patrício Faísca
Efeitos especiais
Patrício Faísca e Sonat Duyar
Assistente de produção
Jerson Martins
Actores
Melanie Jordão
Vanessa Emídio
Pedro Fernandes
Sonat Duyar
André Pocinho
Jerson Martins
Tânia Neves

Bem-vindo à New Light Pictures

Sediada em Almancil, no Algarve, e fundada em 2001 por Patrício Faísca, a New Light Pictures é uma equipa que faz cinema a partir dos poucos meios materiais que tem disponíveis e da energia e boa vontade dos seus elementos. Somos movidos unicamente pela paixão pelo cinema e pela paixão por fazer cinema.

Este blogue tem como objectivo manter o nosso público informado sobre todas as novidades relativas aos nossos projectos.


Lançámos em Fevereiro de 2009 a nossa 19ª produção, o filme de suspense/terror “Vila Gondra” que teve um orçamento de 65€ mas que foi escolhido por Pedro Boucherie Mendes, director de canais da Sic, para ser exibido no âmbito das comemorações do oitavo aniversário da Sic Radical. O filme foi transmitido 4 vezes no canal e a New Light Pictures teve uma cobertura mediática significativa, com artigos publicados em vários jornais e revistas.

Durante muitos anos as nossas produções foram apenas brincadeiras de um grupo de amadores, mas desde "Vila Gondra" temos começado a levar os nossos projectos muito mais a sério. Apesar de continuarmos a trabalhar de forma independente e amadora, temos sido cada vez mais exigentes com a qualidade do que fazemos e trabalhado da forma mais profissional possível. O facto de o nosso último filme, "Comando", ter sido escolhido para a selecção oficial de 2 festivais (Shortcutz Lisboa e Porto7) em que a esmagadora maioria das produções participantes foi feita por profissionais e/ou com meios profissionais é para nós uma conquista e motivo de grande orgulho.

Estamos sempre abertos a novas ideias e sugestões. Para este efeito ou para quaisquer outras informações, o nosso contacto é info.newlightpictures@gmail.com.